SOBRE O BLOGUEIRO

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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.

sábado, 19 de julho de 2014

Central de Maldades do PT: atualização 5.0.13

Copiei a imagem dantesca daqui
 

Central de Maldades do PT
(Atualização 5.0.13. Não desligue o blog enquanto as atualizações estão sendo feitas)
...

A mocinha engravidou? 
Um barbudinho foi visto saindo da casa dela.

Suflê de chuchu? 
Invenção de um cozinheiro barbudinho.

Atirou o pau no gato-tô-tô? 
Crianças barbudinhas brincam assim.
Dona Chica-ca-cá dimirou-se-se?
É claro, é petista e malvada.

Lobo mau comeu a vovozinha?
E nem tirou a estrelinha, o malvado.

Tênis de adolescente com chulé?
Coisa da Juventude Petista.

A Feirinha do Lago da Ordem 'tá cheia?
Incompetência do PT.

Flatulência em elevadores?
Coisa da terceira idade petista.

Acabou a água em São Paulo?
O PT desviou tudo pra Brasília.

Blitz da Lei Seca?
É a ditadura petista.


Sodoma e Gomorra?
Obras da Copa petista.


Coritiba caindo pelas tabelas?
Celso Roth é petista.


Brasil perdeu a Copa?
Dilma vendeu pra Alemanha.

Dunga voltando pra Seleção?
Bolivarianismo futebolístico do PT.

Presidente Raul Castro hospeda-se na Granja do Torto e PSDB, DEMOS e PPS, de joelhos, pedem: Nossa Senhora da Guerra Fria, rogai por nós!

O Serviço de Alto Falantes Ornitorrinco, hoje a soldo das forças governistas dominadas pelo petismo de extração búlgara, cumprimenta os presentes nesta patética quermesse em louvor de Nossa Senhora da Guerra Fria e, para não perder a viagem, manda os deputadões Antônio Imbassahy (PSDB/BA), Mendonça Filho (DEM/PE) e Rubens Bueno (PPS/PR) diretamente para a puta ianque e golpista que os pariu.
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Imagem copiada daqui
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Copiei do Blog do Zé Dirceu

Oposição tem reação descabida à hospedagem de Castro no Torto

É inacreditável, se não se estivesse lendo e ouvindo não daria mesmo para acreditar na exploração político-eleitoral que estão fazendo com o fato de estar hospedado na Granja do Torto, residência de campo da Presidência da República, o presidente de Cuba, Raul Castro e comitiva, em visita ao Brasil para participar de uma Cúpula da CELAC, o grupo composto por países do Caribe (Cuba e Antígua e Barbuda), América Central (Costa Rica), América do Sul (Equador) e China.

O Brasil já teve presidentes que, ao invés do Palácio da Alvorada, preferiram morar no Torto, como João Goulart, o Jango (1961-1964) e o último general-ditador, João Baptista Figueiredo (1979-1985). Agora, com a exploração que a oposição está fazendo pelo fato de Castro e comitiva estarem hospedados lá, a atitude é tão retrógrada que, se não se tomar cuidado, dá a impressão de se estar vivendo 50 anos atrás…

Mas temos aí toda a direita em pé de guerra com o fato. O líder do PSDB na Câmara, deputado Antônio Imbassahy (BA), considerou o tratamento concedido pelo governo brasileiro a Castro “absolutamente extravagante” e anunciou o envio de requerimento ao Itamaraty para questionar quanto está sendo gasto para hospedar a comitiva cubana e os motivos que levaram ao convite. E mais: adiantou que o PSDB vai até convocar o chanceler Luiz Alberto Figueiredo para dar explicações na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

Medo de Raul Castro implantar comunismo na Granja?

O líder do DEM, então, deputado Mendonça Filho (PE), está assustadíssimo. Para ele a deferência concedida  ao dirigente cubano demonstra que “a Granja do Torto está se tornando a embaixada da ditadura (cubana) no Brasil”. E o do PPS, deputado Rubens Bueno (PR), foi acometido do mesmo trauma: “É o DNA do PT, de aparelhar a coisa pública para uso ideológico”. Para ele o episódio prova o alinhamento político petista com o governo da ilha de Cuba.

Interessante é que quando dois outros presidentes estiveram na Granja do Torto, ambos dos Estados Unidos, Ronald Reagan durante o governo Figueiredo, e George W.Bush, durante o governo Lula, esse pessoal não teve a menor preocupação. qual a explicação para ter agora?

É puro eleitoralismo da oposição demo-tucana e da sempre linha auxiliar do PPS. Eles não tem o que fazer. Qual a diferença entre o presidente Castro e comitiva se hospedarem na Granja do Torto, ou ficarem num hotel – que aliás custaria muito mais caro em todos sentidos? Repetimos: essa reação descabida é pura exploração barata com objetivo eleitoral. E falta do que fazer da oposição.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Poema para um ornitorrinco

Copiei a imagem daqui

da nova safra de poetas rurais,
ecológicos e sustentáveis, 
e amigo deste blog nauseabundo, 
fez este comovente poeminha

ORNITORRINCO

gema de novo
estrelado
para cima

parto de tudo
pra nascer
obra prima

que tenha
todos os sentidos
mais cinco

ovo
de ornitorrinco

terça-feira, 15 de julho de 2014

10 mentiras de Israel sobre o genocídio contra os palestinos

Imagem copiada daqui

Copiei de Thomas de Toledo

Por Thomas de Toledo

O método de propaganda de guerra do regime sionista de Israel origina-se da mesma técnica que o oficial nazista Joseph Goebbels formulou para Hitler, que consiste na máxima de que “uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. Assim, espalham uma série de mentiras que são exaustivamente marteladas pela mídia privada paga, até que finalmente caíam na condição de “verdade do senso comum”, naturalizando a ocupação, o apartheid e o genocídio contra os palestinos. Eis algumas dessas mentiras:
1) Este conflito é religioso e o povo de Israel foi eleito por Deus: apesar de a Palestina ser sagrada para as três grandes religiões monoteístas (judaísmo, cristianismo e islamismo), o atual conflito tem causas geopolíticas. Ele surgiu quando judeus sionistas migraram para a Palestina para disputar essas terras com habitantes nativos, mas se intensificou após a fundação de Israel em 1948. Neste conflito, a religião é manipulada afim de se conquistar aliados: assim, muitos cristãos desinformados acreditam se tratar de uma guerra bíblica de hebreus contra filisteus, que virtualmente ocorrera há mais de 3 milênios, mas que na verdade não possui nenhum vínculo direto com os atuais acontecimentos. Acreditar em um Deus único pressupõe crer que este Deus seja o mesmo para todos, e não que tenha um povo que esteja acima dos outros.
2) Há dois lados iguais em guerra: na verdade, o que existe é uma força militar ocupante, a 5a maior do planeta, que enfrenta um povo desarmado. Os palestinos não possuem exército, marinha ou aeronáutica. Quanto aos grupos guerrilheiros que lutam pela libertação da palestina, suas armas são artesanais e nem se comparam às israelenses, que incluem artefatos químicos e nucleares de última geração. O arsenal gigantesco de Israel é maior e mais moderno do que o de todos os países árabes juntos. Aos palestinos comuns, restaram apenas pedras como forma de reação ou atos pacíficos que costumam ser brutalmente reprimidos e na maioria das vezes resultam em mortes.
3) Israel ataca para se defender: sempre que Israel deseja realizar uma operação militar, cria um pretexto que a justifique, uma chamada “covert operation”. Em geral, culpam os palestinos pela morte de um israelense ou acusam os palestinos de tramarem um atentado terrorista ou atirarem foguetes contra Israel. Isto ocorre pelos palestino, mas sempre como forma de reação, dada a violência da resposta israelense, que sempre mata dezenas, centenas ou até milhares de vezes mais do que os palestinos. Quando Israel realiza uma dessas intervenções militares, os danos à infraestrutura e o número de vítimas nos palestinos são incalculavelmente maiores, sem poupar mulheres, crianças e mesmo idosos. Aliás, o pretexto atual que Israel usa para justificar tantos assassinatos de crianças é que os palestinos as usam como escudos humanos. Isto é um absurdo, pois as cidades que Israel ataca são densamente povoadas e por isto é impossível não ter vítimas civis em meio a pesados bombardeios de caças F16 e helicópteros Apache. Israel é na verdade é o agressor e não a vítima.
4) A paz interessa aos palestinos e aos israelenses: Israel não deseja a paz e por isto faz a guerra. O projeto sionista, em fato, se baseia em duas ideias: da Pequena Israel, que seria um país entre o Rio Jordão e o Mar Mediterrâneo; e da Grande Israel, que expandiria seus territórios do Rio Nilo ao Rio Eufrates. Ambas as configurações não possuem respaldo histórico, mas a segunda é uma aberração em todos os sentidos, visto que o Nilo sempre pertenceu ao Egito e os Rios Eufrates e Tigre formaram as civilizações da Mesopotâmia, hoje conhecida como Iraque. De qualquer forma, o primeiro obstáculo a este projeto chama-se Palestina e por isto, enquanto Israel não expulsar todos os palestinos de suas terras, ainda não terão concretizado o projeto sionista. Há outro fato pouco divulgado que é a lucratividade da ocupação israelense: com palestinos trabalhando em condições de trabalho análogas à escravidão e ainda pagando impostos à Israel, os custos com as prisões, muros de segregação e check-points acabam por ser pagos pelos próprios palestinos, o que torna a guerra e a ocupação extremamente lucrativas à Israel. Os palestinos são também cobaias da indústria bélica israelense, que exporta ao mundo produtos de altíssima tecnologia, sempre testados em campo de batalha nos próprios palestinos.
5) Os palestinos são culpados pelo fracasso nas negociações: como observado, é um equívoco achar que Israel tem algum interesse no processo de paz. Israel é o lado militarmente mais forte. Está internacionalmente blindado pelo apoio incondicional recebido dos Estados Unidos, da União Europeia e da OTAN. Tem o apoio da maior parte da mídia ocidental. Ainda conta com banqueiros sionistas que subsidiam ambiciosos gastos militares e com a ocupação. Portanto, se o projeto de Israel é tomar todo o território palestino, basta seguir fazendo o que sempre fez, que um dia finalmente conseguirá concluir a expulsão de todos os palestinos de suas terras e o assassinato dos que resistirem. Aliás, os palestinos tinham 100% das terras, passaram a ter 45% em 1947, cerca de 35% em 1967 e com as negociações de paz de 1993, hoje possuem controle de menos de 22% da Palestina histórica. A quem interessa portanto a paz e quem ganha com a guerra?
6) Tudo que Israel deseja é um lar para os judeus: judaísmo é uma religião e existem judeus em quase todos os países do mundo com lar, emprego, saúde e educação. A ideia de criar um Estado judeu foi uma invenção do movimento sionista, que estimulou migrações para a Palestina, onde menos de 5% da população era judia e viviam em paz com os árabes. Ocorre que os palestinos que habitavam a terra jamais foram consultados se queriam um “lar judeu” em cima de onde moram e por isto são forçados a deixarem suas casas e os que resistem são mortos. Os judeus, assim como os muçulmanos, cristãos, ateus, budistas, hinduístas, etc têm direito a ter um lar e a preservarem sua cultura, mas jamais podem fazer isto destruindo outros. Afim de justificar o projeto do “lar judeu”, Israel acaba por cometer um crime impagável com a memória: destrói achados arqueológicos palestinos e de outros povos que habitaram a região, de modo adulterar a história para que não haja questionamentos sobre a legitimidade de seus intentos.
7) Os palestinos são terroristas e defendem o fim de Israel: estigmatizar um povo é sempre um equívoco, em especial quando se trata tudo o que vem da resistência palestina como terrorismo e os bombardeios e assassinatos em massa de Israel como formas de defesa. Há grupos palestinos que defenderam no passado o uso de homens-bomba como última forma de luta, dadas as condições desiguais do conflito em que os palestinos sequer possuem armas, mas mesmo tais organizações radicais hoje não usam mais esta tática. Já Israel defende abertamente o terrorismo de Estado como forma de punição coletiva e se utiliza de armas químicas, prisões, torturas, demolições de casas e os piores tipos de humilhação afim de conquistar seus objetivos militares. Há grupos na Palestina que defendem o fim do Estado de Israel (não o fim dos judeus!), da mesma forma que há partidos políticos (aliás com muitos membros no parlamento israelense) que são contrários à criação de um Estado Palestino e defendem a expulsão de todos não-judeus da região.
8) Os judeus foram vítimas do holocausto e por isto têm carta branca para agir como quiserem: isto é um absurdo sem tamanho, mas é frequentemente usado como argumento. Em primeiro lugar, as vítimas do holocausto não foram apenas judeus, mas comunistas, eslavos, homossexuais, ciganos, maçons, etc. Segundo, que já está fartamente documentado que judeus sionistas colaboraram com os nazistas para matarem os judeus não-sionistas. Terceiro, que um erro jamais poderá justificar o outro. Quarto, que quem realizou o Holocausto foi a Alemanha nazista e quem pagou por este crime foram os palestinos que nunca tiveram nada a ver com Hitler. Quinto, que o Holocausto se tornou uma poderosa arma de propaganda de Israel, pois toda vez que este país é contestado, ele traz à tona a memória dos judeus mortos em massa pelo nazismo. Assim, basta uma personalidade visitar Israel, que é logo convidada a colocar flores no memorial do Holocausto e a chorar pelos judeus no Muro das Lamentações.
9) Israel é uma ilha democrática no meio de ditaduras medievais: Enquanto Israel for autoproclamado como um Estado judeu, é uma teocracia religiosa e não uma democracia. Israel garante a liberdade democrática apenas a quem não fere os interesses do projeto sionista. Nesta “democracia”, somente os judeus possuem direitos civis, mas quem não é um deles é tratado como cidadão de segunda classe, sem direitos políticos ou sociais. Portanto, Israel é uma “democracia” seletiva, segregacionista, racista, ou para melhor dizer, um regime de apartheid. Israel pode ter belas e modernas cidades, muitos cientistas que receberam prêmio nobel, mas nada disto justifica a existência, em pleno século XXI de um regime de ocupação e de apartheid baseado na ideia de superioridade racial e religiosa.
10) Criticar israel é antissemitismo: este é um mito que faz com que muitas pessoas se calem perante os crimes de Israel. Na verdade Israel é um Estado antissemita por que discrimina os árabes que, assim como os judeus, são semitas. Deste modo, se cria uma muralha ideológica que confunde a religião do judaísmo com o projeto sionista de um Estado judeu. Aliás, há em todo o mundo movimentos de judeus anti-sionistas, muitos deles filhos de vítimas do holocausto, que comparam os crimes do Estado de Israel, feitos em nome do judaísmo, ao que o nazismo fez com os judeus. Em fato, Israel procura sistematicamente negar a própria existência do povo palestino e isto é uma forma de antissemitismo.
Como se pode observar, há muita desinformação propositadamente difundida com o objetivo de dar o tempo necessário a Israel para expulsar ou matar todos os palestinos que habitam a Palestina e anexar suas terras. Para anular a resistência internacional, Israel possui um dos mais eficientes serviços de inteligência no exterior, que sempre é denunciado por cometer assassinatos em qualquer lugar do mundo. Além deles, Israel tem um eficiente lobby político que atua nos Estados Unidos, na União Europeia e cada vez mais nos países emergentes, inclusive no Brasil, onde já efetivaram diversos acordos comerciais e militares, todos obscuros e sem debate com a sociedade. Vale ainda mencionar que muitos banqueiros são sionistas e financiam os grandes órgãos de imprensa internacional que jamais renegaram vultuosas somas de dinheiro para sustentar ideologicamente o sionismo.
Portanto, o que ocorre na Palestina não é uma guerra: é um genocídio. Genocídio quer dizer assassinado deliberado de pessoas de uma mesma etnia, nacionalidade ou religião. Em plena era da informação, com as notícias circulando em tempo real, é inaceitável que um genocídio que já dura quase 7 décadas permaneça ocorrendo. Por isto, enquanto o sionismo significa racismo, apartheid e genocídio, defender a causa palestina é lutar pela vida, pela paz e pela humanidade, pela soberania e autodeterminação dos povos.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Poema para a Palestina

Copiei a imagem daqui
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Por que Israel mata crianças: 
porque crianças são o futuro.
Por que Israel mata mulheres: 
porque mulheres são reprodutoras 
de palestinos, 
de vida palestina, 
de futuro palestino. 
Por que mulheres velhas: 
porque são a memória. 
Por que mulheres jovens: 
porque são esperança de futuro. 
É isso: é matar o passado 
e a esperança de futuro. 
Não me peçam pra defender isso.

No primeiro dia vieram os cubanos, e ninguém fez nada; agora, os próprios russos estão desembarcando!

Nós sempre alertamos as Forças Vivas da Pátria!
A partir de 2013 o petismo búlgaro trouxe, em voos¹ noturnos secretos, milhares de "médicos" cubanos e os espalhou pelos rincões ermos do nosso País Varonil. 
Os cubanos, solertes, escondidos sob nossas camas, todas as noites emborcarvam o conteúdo de nossos urinóis ocidentais e cristãos, e lavaram, enxaguaram e passaram a ferro as mentes frágeis do nosso povo, com métodos de rara perfídia ideológica e softwares desenvolvidos na Coréia do Norte, de modo que agora o Grande Golpe Comunista - previsto inicialmente para 2015, já está em desabusado andamento.
Sábado, ninguém menos que Putin, o Chefe Supremo do Comunismo Intermunicipal, Interestadual e Internacional, desembarcou em Fortaleza e - pela Virgencita Botinuda y Golpista! - obrigou o comandante da base aérea a lhe prestar continência.
Virgem Ayrada y Militarista, rogai por nós!
São Serapião dos Coturnos, velai por nós! 

(¹) Até mesmo um Accordo Ortográphico Internacional eles fizeram: onde já se viu voô sem circunflexo! Virgencita de Las Gramáticas Tradicionales, rogai por nós! 

Foto de Governo Russo

domingo, 13 de julho de 2014

Todos nós, brasileiros, temos agora um amigo, um parente, um familiar, um amigo, um ente querido que foi morto pelas forças de ocupação dos fransionistas

Copiei de Daniel Moraes

O que você faria?
Imaginemos um hipotético povo descendente dos francos – vamos aqui chama-los de Fransionistas – que vive espalhado pelo mundo, em diversos países, como a Tunísia, Marrocos etc. Como eles não têm um Estado próprio, e por estarem sofrendo duras discriminações num desses países onde estão espalhados, eles fundam um movimento chamado Fransionismo.
Esse movimento afirma que esses fransionistas são descendentes dos descendentes dos descentes de Nicolas de Villegagnon, um personagem quase esquecido que governou, por alguns poucos anos, onde hoje é o Rio de Janeiro no século XVI, até daqui emigrar. Em função dessa ancestralidade, eles (pasmem!) afirmam que têm o direito legítimo sobre o Sudeste no nosso país, onde nós brasileiros vivemos há séculos com nossa cultura, nosso povo e nossa história.
Em seguida, uma vez que a América do Sul possui as maiores reservas de água do planeta, e uma das maiores reservas de petróleo submarino do mundo, as grandes potências mundiais, como EUA, Inglaterra e França, rapidamente apoiam o fransionismo para que milhões de francionistas de todo mundo imigrem subitamente para o Brasil e façam da noite para o dia um país deles aqui dentro do nosso país, dentro de nossas cidades de nossos bairros, de nossas ruas.
E eles vêm, ao milhões. Adentram nosso território e, com ajuda das forças armadas americanas, simplesmente fundam um Estado Fransionista no meio do Sudeste brasileiro!
Eu, você, sua família, nosso povo agora viveremos sob domínio cultural, político, econômico, legal, religioso e linguístico de um povo que mal conhecemos que só governou por aqui por míseras décadas há muitos, muitos séculos atrás.
Eis que nossos homens e mulheres brasileiros e brasileiras, junto com nossas Forças Armadas tentam bravamente impedir essa invasão. Porém, os invasores com financiamento e apoio militar esmagador dos EUA, nos derrotam e roubam a região Sudeste do Brasil e fazem de nós brasileiros que aqui vivemos, um povo sem cidadania, sem carteira de identidade, sem título de eleitor, sem assistência médica.
O português não é mais ensinado nas escolas e nosso cristianismo vira minoritário e passa a ser hostilizado. Nossa história e nossa cultura serão sufocadas; nossa tv e jornais agora são deles, na língua deles. Seremos governado por políticos deles, sob suas leis.
Os fransionistas ocupam São Paulo fazendo dela sua capital. Em algumas cidades de periferia nós, os antigos brasileiros, agora sem nacionalidade, somos aglomerados e então cercados por gigantes muros eletrificados e vigiados por guardas armados das poderosas Forças Armadas fransionistas que atiram em quem ousar atravessá-los. Nossos irmãos, pais e filhos estão a viver em guetos, desempregados, e nossas casas têm escassez de comida e de matérias básicas.
Mas eles querem mais. Não bastando o Sudeste, o Estado Fransionsita está se expandindo e já está ocupando o Centro Oeste e o Sul do que era o antigo Brasil antes da invasão. Ano a ano eles ocupam e colonizam o que resta do nosso antigo país. A meta deles é tomar todo o nosso antigo território porque, segundo as lendas deles, a Amazônia era a terra prometida pelo deus deles ao patriarca Villegagnon.
Mas os brasileiros são honrados e lutam. Em algumas dessas pequenas cidades-gueto onde nós estamos concentrados sob péssimas condições de vida, com água e luz racionadas, bravos brasileiros resistem como podem. Criamos um movimento de resistência contra o invasor e seu processo de colonização cada vez mais brutal sobre nosso povo. Fazemos bombas caseiras que, toscas, arremessamos sem direção às suas cidades numa tentativa inútil, porém desesperada de desestabilizá-los. Nossas crianças jogam, inocentemente, pedras sobre seus tanques de guerra.
A resposta do invasor é, há anos, nos bombardear com mísseis, nos fuzilar em nossas ruas, destruir nossas pobres casas com tanques que esmigalham nossas residências até o pó. Vivemos há anos com nossos pais, mães, filhos, amigos sendo destroçados por mísseis fransionistas. Os pedaços dos corpos de nossas mães e de nossos bebês, vimos espalhados carbonizados pelas nossa vizinhança.
Vimos também nossos filhos serem esfolados com artilharia de fósforo branco, uma violenta arma química de destruição em massa – proibida pelas leis internacionais – que provoca terríveis queimaduras e intoxica ao virar fogo em contato com ar. Essas imagens de horror estão em nossas mentes e nossos corpos. São nosso pesadelo cotidiano. E elas nos inflamam ainda mais à luta.
Mas eles dizem que somos nós os terroristas por não aceitarmos a invasão deles em nossa terra! Só aceitam dialogar conosco se nós admitirmos que eles têm o legítimo direito de ter soberania sobre a nosso território que eles tomaram posse. Não cedemos, porém. E eles, então, continuam nos bombardeando, destruindo ainda mais nossas precárias cidades e nos aniquilando dia a dia.
Todos nós, brasileiros, temos agora um amigo, um parente, um familiar, um amigo, um ente querido que foi morto pelas forças de ocupação dos fransionistas. Estamos em pânico, indefesos, chocados, reféns em nossa própria terra. A Comunidade Internacional, dominada pelos interesses geopolíticos dos EUA nada faz. Vivemos um monstruoso horizonte de vermos nossas esperanças se esvairem, assim como se esvaem o nosso povo, nossa história, nossas vidas, nossas famílias.
E você? O que faria nesse cenário de terror?
Ou melhor, o que você fará diante da história real de horror por que passa a Palestina?
‪#‎freepalestine‬

Imundícies do PSDB, dos seus aliados e da mídia golpista


(O título é de minha responsabilidade)

Disseram que tinha Bolsa-prostituta. Disseram que o SUS ia dar dinheiro pra quem abortasse. Disseram que a organização da copa seria um caos. Disseram que haveria hiper-inflação. Disseram que o Lulinha era dono da Friboi. Disseram que a copa tinha sido comprada. Disseram que haveria apagão. Disseram, em 2002, que o PT daria um golpe comunista. Disseram, ano passado, que o PT daria um golpe comunista. Disseram, hj, que o PT daria um golpe comunista. Disseram que a Petrobras estava falida. Disseram que iam privatizar a Vale e as telefônicas pra melhorar pro povo. Disseram que aposentados eram vagabundos. Disseram que a Dilma não podia ir pros EUA pq seria presa. Disseram que os médicos cubanos estavam vindo dar um golpe comunista. Disseram que quem falou que a copa ia ser um caos foi a imprensa estrangeira. Disseram que o Brasil era o penúltimo do mundo no quesito educação. Disseram que tirar 30 Milhões pessoas da mais absoluta miséria não significava nada. Disseram que o salário mínimo estava muito alto. Disseram que se não aumentasse o preço dos combustíveis a Petrobras ia falir. Disseram que o prédio da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz - imagem abaixo) era o palácio do Lula. Disseram que o avião do Corinthians era do Lula. Disseram que era bom pedir empréstimos ao FMI. Disseram que o Marco Civil da internet era censura. Disseram que democratizar a mídia é censura. Disseram que aumentar a participação popular nas questões do país é ditadura.

E é fazendo uma política suja dessa que querem acabar com a sujeira na política?

Se mentem pra nós agora, imagino se chegarem ao poder.

sábado, 12 de julho de 2014

Cagar no horário explica porque perdemos para Alemanha e Holanda

Copiei a imagem daqui

Querido Ornitorrinco: ilumine nossa escuridão e explique as duas derrotas e os 10 golos tomados pela Seleção Brasileira. (Fioravanta Nederland de Tênis, Antonina do Cacete a Quatro)   

Querida Fioravanta: devo dizer que acredito piamente que os japoneses introduziram o yakult em nosso país com o solerte objetivo de nos matar a todos, e os japas só não conseguiram (ainda) porque aquela gororoba líquida é ruim demais.
Mas, se adoçarem um pouco, em 20 anos, no máximo, estaremos exterminados de tanto cagar no horário, né não?

Déborah Cattani: "Tenho vergonha do meu passaporte israelense e tenho vergonha dessa cidadania"

Copiei as imagens daqui




Copiei de Deborah Cattani

Sou judia. Já morei em Israel. Já morei a 15 minutos da Faixa de Gaza. Mas cresci boa parte da vida no Brasil, distante do conflito. Tive uma educação judaica até os 15 anos. Sou filha de professora e obviamente, como jornalista, não sou alienada. Não consigo entender essa guerra, que é tão próxima e tão irreal. O que exatamente os não-judeus nos fizeram para termos tanto ódio? Chamo assim, pois o estado de Israel é um estado JUDEU e não aceita outras religiões, salvo em Jerusalém, que pasmem, é uma cidade laica. Não são só muçulmanos que estão morrendo. Aliás, os árabes não são um única religião, existem árabes católicos, ateus e até mesmo judeus. O que o estado de Israel está fazendo é desumano. Mais desumano que o holocausto, mais duradouro que o holocausto, mais pertinente que o holocausto, pois hoje em dia todo o mundo pode ver com os próprios olhos e MESMO assim, poucos reagem. Óbvio que a guerra tem dois lados e muitos judeus morrem também. Mas a proporção é absurda. A cada bomba lançada sobre Israel, 30 são devolvidas para Gaza. Dizem que três adolescentes judeus morreram... E as 14 CRIANÇAS que perderam a chance de ter uma vida longa em Gaza? O que é Gaza, você deve estar se perguntando... Eu vi com meus próprios olhos. Não, não é uma favela, mas se você, brasileiro, já viu um conjunto habitacional (moradia popular), é isso. Imagina você ser tirado do conforto da sua casa, do seu emprego, dos seus pertences e ser jogado num quarto com mais oito pessoas e viver no medo iminente de um ataque, sem poder sair deste lugar, pois o seu passaporte está para sempre condenado. Isso é o que os judeus fizeram em 1948. Isso é o que eu aprendi porque eu abri meus olhos. Nas aulas de cultura judaica na escola eu só ouvia como somos, nós judeus, vítimas do mundo, vítimas do nazismo, do terrorismo e, por isso, temos o direito de fazer pior. Tenho muitos amigos judeus, mas cada vez tenho menos. Cada vez que um deles posta um heil Israel no Facebook ou qualquer coisa dizendo "matem os árabes", eu tenho um amigo a menos. Se vocês já assistiram o filme A Onda, é EXATAMENTE isso que o governo israelense faz com seus jovens. Já tive treinamento militar israelense, sei como funciona toda a lavagem cerebral e até entendo porque funciona, afinal, somos pobres vítimas. Tenho vergonha de dizer que sou judia em locais públicos. Tenho vergonha do meu passaporte israelense e tenho vergonha dessa cidadania. Fugi desse país, apesar de amar aquela terra. Prefiro dizer que sou brasileira e, neste momento em que todo mundo está com vergonha do Brasil por causa de futebol, eu nunca me senti tão bem em ser brasileira. Enquanto os outros velam a Copa do Mundo, eu levanto a minha bandeira de "eu não pertenço a Israel". Eu espero que a mídia faça um trabalho melhor deste dia em diante. Chega de apoiar um estado que não é nosso e sim de TODOS. Estamos no século XXI e não na idade média, aprendemos a dividir, logo, chega de conquistar. A maior conquista é a boa coexistência.